22.7.09


Quem já não viu a típica cena onde uma criança abre um berreiro só porque perdeu sua tão preciosa chupeta? Quem, quando criança, já não derramou lágrimas por saber que sua mãe esqueceu o bico em casa ou dentro do carro? Pois é, percebam que uma coisa tão pequena e tão valiosa pode mudar a vida de alguém.

Quando crianças, por incrível que pareça, os bebês só pensam em uma coisa: PEITOS. Logo que saem da barriga de suas mães a primeira coisa que eles vêem é um cara grande, com uma máscara assustadora e que ainda por cima quer lhes bater à bunda! O que fazer numa hora dessas? Chorar é claro! E digam-me, o que pode acalentá-los? Peitos, evidente! No instante seguinte, vem uma enfermeira bonita, de roupinha branca e com um grande volume na região peitoral, daí eles pensam: “NHAAAM.. Oba! Comida!” Porém são entregados para uma mulher com aparência horrível que encontra-se deitava numa posição nada sugestiva em uma cama de ferro. “Puts, me dei mal” pensam eles, até sentirem novamente um aconchegante volume. É instinto como eu disse, crianças nascem com essa vontade imensa de colocar suas bocas nos mamilinhos das mulheres e, desenvolvem isso na faze adulta. Entretanto, não são todas as horas que se pode chegar para uma mulher e falar: “oi, posso mamar?” por isso que cientistas especializados em glândulas mamárias criaram um perfeito artifício: o bico. Fáceis de transportar, podem ser guardados em qualquer lugar da bolsa, hoje em dia vêm têm até com sabores e alguns são comestíveis! Se não fossem esses cientistas eu não sei o que seriam dos ninfochupeiros.

Contudo, o que eu achei mais interessante, é que empresas de ônibus da capital estão adotando maneiras que fazem mulheres siliconadas ficarem mais aliviadas. Afinal de contas, que homem pode negar que cederia seu lugar no banco para uma peituda? Creio que nenhum. Com isso, foram instalados chupomóveis para suprir as necessidades desses ninfochupeiros. Como o projeto é muito caro e a idéia foi patenteada pela empresa norte-americana ChupChup, só foi possível a instalação de um chupomóvel por ônibus, e estes, parecem ser muito eficientes segundo dados da Cotisa. Agora, fiquem atentos, porque as passagens de ônibus tendem a aumentar.

A ESCOLA E O VÍCIO INTERNETÊS

Antigamente os alunos eram mais dedicados aos estudos, não havia internet, vídeos-game, e nem programas pornôs à noite na televisão que tirassem o sono deles. Por isto que as professoras eram rígidas, não tinham o que fazer em casa além de lavar roupas e coisa e tal, seus maridos muitas vezes não cumpriam com seus deveres, então, descontavam em seus pobres e ingênuos alunos.

Hoje em dia tudo mudou. A internet virou fundamental até mesmo nas escolas. Nem aluno, nem professor, ninguém que nasceu nesta era tecnológica consegue viver sem ela. Tem países que os alunos não carregam cadernos, mas sim, laptops, de última tecnologia é claro, porque assim, em aulas chatas de matemática, você poderia jogar algumas partidas de truco com seu colega internauta do outro lado do mundo. Pelo menos nestas salas não se têm alunos dorminhocos, e sim, jogadores!

Porém, como tudo que é de mais “engorda”, caso você se vicie neste mundo digital, você pode entrar em depressão, perder o emprego, os amigos, rodar de ano e até ter tendinite, o que seria pior porque então você não poderia mais se comunicar via internet. Entretanto, acho que deve ter sido para isso que criaram video conferência 3G. Gorda ganância Gangrenosa. Melhor perder sua mão do que sua cabeça, não?

Dilemas de um pai

Filhos são coisas realmente imprevisíveis, quando você acha que tem o controle sobre eles, aí que ferro tudo. Tenho dois, Gabriela e Pedro, são ótimos filhos, mas quem sabe você ache o contrário, afinal, pai sempre acha que seus filhos são perfeitos ou pelo menos sempre quer que os outros pensem isso. Gabriela tem 14, Pedro 8, vivem na mesma casa, porém parecem estar em mundos completamente opostos. Minha filha esta passando por aquela fase a qual acha que é a dona da verdade, que pode tudo, que ninguém manda no seu nariz e essas coisas de aborrescente. Já meu filho não, esse saiu ao pai, corajoso, esperto, forte e, bem, desorganizado e porco, mas lhes garanto que isso, ele herdou da parte ruim da avó dele. Bem, agora que vocês leitores já sabem um pouco sobre eles, creio que posso começar a contar o que aconteceu.

Há duas semanas, Gabriela estava conversando com sua mãe e eu, com bom ouvido que tenho, escutei sem querer minha filha perguntar à mãe dela, se já estava na hora de transar. Aí me empipoquei todo, 14 anos e a MINHA filha querendo saber de transar? Entrei na cozinha com tudo, tirei minha espada da cintura e gritei: “Cuidarei da sua virgindade até o casamento doce princesa Gabriela”! Aí desci das nuvens, e fiquei só de butuca escutando. Minha esposa admitiu que já deveria ter tido esta conversa com ela, mas que preferiu esperar Gabriela se interessar mais sobre o assunto e perguntar por livre e espontânea vontade à sua mãe. Gabriela disse que tinha vergonha de falar disso, mas desde que todos da escola começaram a comentar que uma garota do primeiro ano tinha “dado” pra um cara do terceiro (levei alguns segundos para entender o sentido daquela peça de jogo no meio da frase) é que se perguntou se já estava na hora de fazer o mesmo. Para meu alívio, Su, minha esperta esposa e administradora da grande empresa do lar, falou a Gabi que ela só deveria pensar sobre realmente fazer sexo, mais tarde, quando ela se interessasse por alguém cujo sentimento fosse mútuo e adquirisse grande confiança do indivíduo. Mas Gabi continuou a indagar sobre o assunto, foi aí então que Pedro estragou meu esconderijo, perguntando em alto e bom tom O QUE ERA SEXO, sob minhas costas. Minha filha ficou extremamente envergonhada por saber que eu estava ali ouvindo a conversa das duas e correu para seu quarto fechando a porta com mísero esforço. Su, apenas fez cara de desgosto e mandou eu fazer algo de útil e levar Pedro para dentro. O peguei pela cintura como se fosse um saco de arroz e o levei até sua cama. Então, como sou homem de poucas palavras, apenas mandei ele brincar, mas, para meu profundo pesadelo, estava fechando a porta quando Pedro me perguntou novamente: “Pai, o que que é sexo”? Fechei os olhos, respirei fundo, me virei e caminhei até a beira de sua cama. Tentei mudar de assunto perguntando se aquele jogo que ele tinha pegado emprestado do Vitor era bom mesmo. Mas ele me olhou com uma cara de poucos amigos, e resolvi, como bom pai que sou, parar e ter uma conversa de pai para filho.

Comecei a dizer aquelas frasezinhas clichês de sempre, assim como todo pai faria, dizendo que ele era muito novo para tais assuntos, que um dia ele iria aprender isso mais afundo e coisa e tal. Porém Pedro é muito curioso, e essa é uma qualidade a qual eu desejei naquele momento que ele não tivesse herdado de mim. Maldita genética! Então, começou ele com seus “porquês” de sempre e lá fui eu, com toda minha grã experiência quarentônica achar um meio sutil de dizer a ele o que era O ATO SEXUAL.

“Pois bem, como você sabe meu filho, sexo é uma coisa somente para adultos” e continuei dizendo: “Sexo é aquilo que eu e a mamãe fazíamos quando vocês ainda não existiam... Poxa, bons tempos”. Pedro me olhou com uma cara alarmada, então eu parei de suspirar e voltei à explicação: “Quando um homem e uma mulher se gostam muito eles se casam, e depois de toda aquela palhaçada na igreja vem a noite de núpcias. Aí o marido pega a esposa no colo e a leva para a cama, e depois de muito amor e carinho eles se deitam, FIM”! Aliviado, pensei que ele havia entendido, mas às vezes eu esqueço que tenho um garotinho e não um super-gênio dentro de casa. “Mas pai, (disse ele) quando eu vo pra casa do Vitor eu brinco de barraquinha com ele e a gente se deita juntos também, a gente ta casado”? “Não”! Eu disse, e instantaneamente parei pra pensar a forma que eu teria que usar para que ele compreendesse sem me fazer mais perguntas. Assim, continuei explicando: “Filho, hoje em dia muitos homens se gostam e mulheres também, o mundo está cada vez mais diversificado, só que você vai se casar e vai ter filhos com uma bela esposa, que nem naquelas historinhas que a mamãe conta antes de dormir, sabe? Então, para estar casado, você tem que beijar, abraçar, fazer carinho, pagar as contas”... “E fazer sexo papai”? “Sim meu filho, e fazer sexo! De preferência muito, mas sempre com a mesma pessoa” eu complementei. Entretanto, para meu alívio Pedro estava achando toda aquela conversa um pouco assustadora como alguém como Pedro poderia pensar em fazer sempre a mesma coisa com a mesma pessoa? Ele tinha muitos amiguinhos e gostava de brincar com todos eles, não entenderia nunca o que eu estava querendo dizer sobre fidelidade. Foi aí que eu resolvi dar um fim de vez nessa conversa e falar que sexo não era realmente um bom assunto para ele, não agora. Mandei ele parar de fazer perguntas e saí do quarto sem mais delongas.

Hoje, penso mais sobre o assunto. Não sexo em si, mas o envolvimento que ele traz. Porque, bem, sexo é realmente uma coisa boa... Boa não, MUITO BOA, mas é extremamente superficial. Tanto no sentido figurado como literalmente, porque depende e bastante da superfície de contato, se é que me entende. Mas podemos viver sem ele. Porque para se reproduzir hoje em diz, basta que você tenha dinheiro para fazer uma inseminação artificial (algo extremamente útil para lésbicas pelo que li). Mas o amor sim, este é essencial e, como diria Vinícius de Moraes, ele não é imortal, mas o importante é que ele seja vivido enquanto durar.

O fator de amar

Quando, nós mulheres, somos crianças geralmente sonhamos em nos casar, entrar numa igreja grande, repleta de flores, receberem um “sim” no altar e viver feliz para sempre. Porém, por incrível que pareça, este é o sonho da maioria dos solteiros adultos, homens mais velhos, mais experientes. Garotinhos só querem saber de vídeos-game, computadores e brinquedos de última geração. Daí crescem um pouco mais e mudam de joguinhos de corrida para carros de marca. Tudo bem, carros são legais e a maioria das mulheres, hoje em dia, são “Marias gasolina” só que, onde está o AMOR? Cadê todo aquele romance que passamos nossas vidas inteiras vendo em filmes? Um cartão de crédito pode pagar a conta em um restaurante de luxo, mas não o AMOR, o amor não tem preço, porque a vida é o agora.

É realmente incrível estão ao lado da pessoa que você ama, porém, nem todos temos certeza de que realmente somos amados. Existem “n” maneiras de se amar alguém, e o amor entre duas pessoas nunca será igual, mas ele é necessário sabia? Tão necessário quanto o ar que respiramos, mesmo se você nunca passou por uma “paixonite” aguda, um amor, você terá que ter, e terá que dar valor a ele. Mesmo que para isto você precise se tornar padre e amar a Deus todo poderoso. Pois, se você não o valorizar, você o perderá, talvez para sempre. E amor mesmo você só encontra um... E apesar de tudo, eu já encontrei o meu.

Tudo que aconteceu foi obra do destino, que muitas vezes traça caminhos turvos para você se apavorar no meio da estrada e soltar o volante. A minha sorte é que na hora que eu o soltei, havia alguém lá para me ajudar a seguir o caminho. Pedras podem fazer-me desviar, porém ao meu lado há alguém que me faz ter certeza de que sempre conseguirei. Por causa deste apoio é que tenho certeza de que sou amada. E você? Já recebeu ou disse um EU TE AMO que não foi em vão?

Quando se está sozinho, geralmente está à procura. É difícil o caso onde você vê alguém andando sozinho na rua sem querer ser notado. Entretanto, quando se está acompanhado, a idéia de exposição do companheiro torna-se ainda maior.

Ninguém quer ficar sozinho, fato. Mesmo qualquer freira tem seu apego nas horas vagas. Até mesmo o padre dos balões não gostaria de ficar sozinho. Tanto que ele decidiu se unir às outras almas lá do céu. Então, tenha certeza do que eu falo, o ser humano não foi feito para ser um só. Claramente que não estamos levando em conta aqueles seres de franja que rastejam pelos becos das cidades, afinal, estes não se enquadram na concepção “homo sapiens sapiens”.

Imagine só. Você está para se casar, pronto feito um pingüim diante do altar. Passados exatos 30 minutos, nada. Só o que você vê entrar pela porta da igreja é uma brisa suave. Tudo estava dando certo até que, não há. Não há mais noiva, não há mais casamento, não há mais nada. E o que você faz? Fica puto horas! Depois de oito anos de noivado, pressão familiar fudida, a noiva não aparece. Os convidados todos cochichando, sua mãe suando em bicas, o padre reclamando, pois os convidados da missa das nove estão para chegar e você ali, sem reação.

O que fazer nessa hora?

Eu se fosse você ia atrás da noiva e dava logo um soco na boca daquela vadia, afinal de contas, foi ela quem te pôs nessa enrascada! Você não, queria continuar na maciota, sem ter quer se preocupar com ninguém, só nas noitadas com os amigos. É nisso que dá se apaixonar. Um dia, isso vira amor. E você faz tudo pela outra pessoa. Porém, pelo visto, ela não faria tudo isso por você. Quem que tivesse um pingo de consideração faria um noivo esperar tanto assim? Nem a mais pirua das piruas seria capaz de tanto atraso.

Contudo, os músicos começam a tocar a rotineira marcha nupcial. Um bom sinal. Sinal de que há alguém esperando para entrar na igreja.

Lá está ela. Com todo seu gramú e sutileza. Alta, loira, de cabelos cor de mel e com um suave véu escondendo suas faces.

Quando ao seu lado chega, com aquele doce perfume de flores, retira seu véu e admira sua beleza inconfundível.

Então, casam-se.

Final feliz, não? A não ser pelo simples fato de que ninguém saberia o motivo pela sua demora. Denominado Ricardão.

A meu amigo, veja pelo lado bom. Ninguém nessa vida pode ficar sozinho, e um dia, seu lindo filho moreno cor de jumbo também achará uma companheira!

UMA VIDA DE DRAGÃO

Há muito tempo, nasceu na China um dragão. E não era um simples dragão. Era um dragão de dar medo só de imaginar, até porque, a palavra dragão da susto até em mula-sem-cabeça.

A mula, pode nunca ter visto um, e nem nada na verdade, entretanto, ela grita só por ouvir esse dissílabo DRA-GÃO. Bem, sabeis que os gritos não vêm da cabeça superior.

Mas, voltando ao dragão, ou melhor, dizendo, dragoa, pois parecendo ou não, ela tinha peitos... E bons até! Essa é a única coisa que eu tenho orgulho em falar daquele monstro.

No começo, a dragoa era doce, fofinha, Gentil, delicada, dava vontade de passar todos os minutos, segundos, qualquer que fosse, ao lado dela. Mas aí ela foi crescendo conforme a linha do horizonte, envelhecendo e, sabe como é a força da gravidade né? Tudo que um dia a natureza fez ficar de pé, hoje ela puxa para baixo. Peitos, bunda e bochechas que antes eram ''cuti-cuti d mamãe'' e boooons de pegar, viraram pele de bull-dog. Se bem que, se fosse apenas pela aparência, uma plasticazinha aqui, um botoxzinho ali davam um jeito.

Porém, além da aparência, o coração da dragoa tinha empetrecido e nada nem ninguém poderia amolecê-lo. Era pior que mulher em dia de TPM, pior que o coringa do Batmam e pior que o Grintch quando ele roubou a árvore de Natal da cidade.

Nada que você fizesse para agradar a dragoa era o bastante, ela sempre estava uma fera por causa de tudo e não parava de cuspir fogo para todos os lados, machucando todos e ferindo até mesmo crianças. Porque ela detestava crianças. Aquela dragoa não teve infância.

Todos já tinham desistido de domesticá-la, até mesmo eu. Então, sabe o que eu fiz?

Me separei (: