Há muito tempo, nasceu na China um dragão. E não era um simples dragão. Era um dragão de dar medo só de imaginar, até porque, a palavra dragão da susto até em mula-sem-cabeça.
A mula, pode nunca ter visto um, e nem nada na verdade, entretanto, ela grita só por ouvir esse dissílabo DRA-GÃO. Bem, sabeis que os gritos não vêm da cabeça superior.
Mas, voltando ao dragão, ou melhor, dizendo, dragoa, pois parecendo ou não, ela tinha peitos... E bons até! Essa é a única coisa que eu tenho orgulho em falar daquele monstro.
No começo, a dragoa era doce, fofinha, Gentil, delicada, dava vontade de passar todos os minutos, segundos, qualquer que fosse, ao lado dela. Mas aí ela foi crescendo conforme a linha do horizonte, envelhecendo e, sabe como é a força da gravidade né? Tudo que um dia a natureza fez ficar de pé, hoje ela puxa para baixo. Peitos, bunda e bochechas que antes eram ''cuti-cuti d mamãe'' e boooons de pegar, viraram pele de bull-dog. Se bem que, se fosse apenas pela aparência, uma plasticazinha aqui, um botoxzinho ali davam um jeito.
Porém, além da aparência, o coração da dragoa tinha empetrecido e nada nem ninguém poderia amolecê-lo. Era pior que mulher em dia de TPM, pior que o coringa do Batmam e pior que o Grintch quando ele roubou a árvore de Natal da cidade.
Nada que você fizesse para agradar a dragoa era o bastante, ela sempre estava uma fera por causa de tudo e não parava de cuspir fogo para todos os lados, machucando todos e ferindo até mesmo crianças. Porque ela detestava crianças. Aquela dragoa não teve infância.
Todos já tinham desistido de domesticá-la, até mesmo eu. Então, sabe o que eu fiz?
Me separei (:
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